Aos olhos do
mundo os carros antigos nacionais pertencem quase todos à Era
Moderna. Chegava a ser incoerente comparar um DKW com um Monza. Mas agora
temos uma classificação a altura, confira em qual delas seu veículo se
enquadra.
A HISTÓRIA DA MINHA KOMBOSA ELVIRA, DE OUTRAS KOMBIS TAMBÉM... E MAIS UMA PÁ DE COISAS INTERESSANTES QUE ACONTECEM POR AÍ!!!
Quem sabe um dia...
Conheci pela internet
o João e sua companheira Sol, ele português e ela mexicana, eles estão fazendo uma viagem por toda a America Latina com a sua simpática Kombi batizada de Amália
Frida.
A história deles é muito interessante e merece uma visitinha ao blog que eles têm. Mais detalhes sobre essa viagem podem ser conseguidos acessando 1000destinos.net
Eu peguei "emprestado" essas fotos que publiquei aqui, do anúncio que eles estão fazendo no site de compra e venda do Mercado Livre, é verdade, eles estão
vendendo a Kombi deles para juntar dinheiro para voltar para casa e fazer também uma doação para uma pessoa da família que está doente.
Os interessados podem acessar esse
link e comprar a Amália Frida e ajudá-los. http://veiculo.mercadolivre.com.br/MLB-495168137-vw-kombi-1976-motorhome-mexicana-_JM
Matéria interessante do programa "Auto Esporte"...
Dia 16/06 o programa Auto Esporte da Rede Globo abordou o tema que já está dando o que falar, o fim da Kombi, como o Brasil é o único país no mundo que ainda produz a nossa querida "kombosa", uma homenagem merecida...
Acesse o link e veja a matéria completa.
Kombi ganha nome e provoca relação sentimental...
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/24/kombi-ganha-nome-e-provoca-relacao-sentimental-assista.htm
A história automotiva do Brasil se confunde com a história da Kombi. Lançada mundialmente em 1951, no Salão de Frankfurt (Alemanha), foi um dos primeiros veículos vendidos, montados e, desde 1957, produzidos no país. Versátil, robusta e de fácil manutenção, passou de única opção utilitária a modelo mais longevo da indústria local, completando 56 anos de história e vendas.
No vídeo que abre desta reportagem, temos a história de Emílio, "saudosista de carteirinha" que decidiu expressar sua paixão por carros antigos com uma Kombi Pick-up rara, com carroceria em aço estampado, chamada "Elvira". A compra foi feita em um site, pela internet, numa negociação arriscada e o utilitário demandou uma reforma meticulosa. Mas, no final, garantiu a aventura de toda a família.
OUTROS EPISÓDIOS.
"Apaixonados por Carros" é uma websérie produzida pela Trampolim Filmes (de São Paulo) com objetivo de mostrar a relação "sentimental" que alguns donos mantêm com seus automóveis. Há também episódios interessantes com Galaxie, Mustang, Passat e outros. O site deles é o: http://trampolimfilmes.tv/ e os caras são feras...
"Apaixonados por Carros" é uma websérie produzida pela Trampolim Filmes (de São Paulo) com objetivo de mostrar a relação "sentimental" que alguns donos mantêm com seus automóveis. Há também episódios interessantes com Galaxie, Mustang, Passat e outros. O site deles é o: http://trampolimfilmes.tv/ e os caras são feras...
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/24/kombi-ganha-nome-e-provoca-relacao-sentimental-assista.htm
O espírito de aventura é assim!!!
Texto e Fotos: Guilherme Pochmann.
Viagem do gaúcho Lucas Stoll da cidade de Horizontina
até Posadas, na Argentina. Entre 8 amigos e uma bela Kombi 1975, partiram
dia 19/04/2013, saindo do Brasil pela cidade de Porto Mauá, cruzando o rio
Uruguai em uma balsa e desembarcado em Alba Posse.
A partir daí foram mais intensos 150 km em
território "hermano" até chegar ao destino, onde em nenhum momento a
veterana guerreira negou fogo.
O grupo de amigos já prevê uma
próxima viagem, sem destino estipulado, mas com a certeza de que será ainda
mais longa.
Viagem do gaúcho Lucas Stoll da cidade de Horizontina até Posadas, na Argentina. Entre 8 amigos e uma bela Kombi 1975, partiram dia 19/04/2013, saindo do Brasil pela cidade de Porto Mauá, cruzando o rio Uruguai em uma balsa e desembarcado em Alba Posse.
A partir daí foram mais intensos 150 km em território "hermano" até chegar ao destino, onde em nenhum momento a veterana guerreira negou fogo.
Enquanto aguardamos as novas histórias, vamos ver e nos inspirar
nas belas fotos dessa inesquecível viagem!
"A Kombi amarela 1975, chamada
Porcina não nos deixou na mão em momento algum, foi realmente uma
guerreira." cita Lucas.
Dicas indispensáveis ao viajar pela Argentina
- Imprima esse documento para evitar abusos ou complicações da polícia argentina, conosco foram super tranquilos, quando nos pediam os equipamentos obrigatórios apresentávamos esse papel dizendo que possuíamos tudo o que ali constava, e éramos imediatamente liberados.
- Jamais se esquecer de ligar os faróis em luz baixa durante o dia.
Multa na certa.
- Fazer carteira internacional, mesmo não sendo exigida no MERCOSUL é
interessante, por ser em espanhol também facilita o trabalho aduaneiro e
policial, em falar que sugere que o proprietário seja um viajante preparado.
- Evitem a Ruta 6, rodovia que circunda a capital Buenos Aires. Pegamos
muitas estradas ruins, mas aquela estava praticamente intrafegável. Estava em
obras, nitidamente abandonadas há muito tempo.
- Faça uma cópia autenticada de seus documentos em cartório, pois se extraviar os originais terá menos problemas para trafegar no país.
- Não confie apenas no cartão de crédito, maioria dos lugares não aceita. Converta pesos argentinos, de preferência longe da fronteira pra não perder muito no câmbio. Dólar também é desnecessário. Os lugares que aceitam dólares também aceitam reais.
Acesse o link do blog e tenha mais fotos e
informações: http://www.americadekombi.blogspot.com.br/
Um novo projeto???
Gosto de
desafios, e esse é um bem interessante, gostei da ideia, vou pesquisar mais
sobre o assunto e quem sabe, um dia, ele sai da prancheta!!!
Crônica sobre a extinção da Kombi.
Por Marli
Olmos.
Se tivesse a sorte de, numa viagem de
avião, casualmente sentar-se ao lado de um alto executivo da Volkswagen, o
gaúcho Ademir Cardona Paim diz que não deixaria passar a chance de dizer que a
empresa está completamente equivocada ao decidir por encerrar a produção da
Kombi no fim deste ano. Baseado nos seus 20 anos de experiência em serviços de
reforma, locação e venda de peças desse veículo, Ademir se sente na obrigação
de alertar o fabricante sobre o erro. No entanto, mesmo que o acaso lhe
permitisse encontrar o próprio presidente da companhia, dificilmente seus
argumentos ajudariam a reverter a decisão.
Para Ademir, proprietário da Cia das Kombis, empresa de Porto Alegre, é errado imaginar que o modelo está ultrapassado por não atender à lei que exigirá airbags e freios ABS a partir de 2014. "Esse é o veículo que o país precisa", diz. E não adianta tentar convencê-lo a experimentar modelos de outras marcas ou contar com a possibilidade de a própria Volks lançar um substituto do veículo produzido no país desde 1957. Por enquanto, todos perdem feio na relação custo-benefício. É possível comprar uma Kombi nova por R$ 46 mil a R$ 48 mil. Vans com capacidade semelhante são bem mais confortáveis, mas custam o dobro. Principal argumento de vendas entre as décadas de 60 e 70, o uso do veículo do trabalho para o passeio com a família no fim de semana foi também o principal apelo das campanhas publicitárias da Kombi na época em que o veículo mais antigo em produção no país precisava de propaganda.
Guiar a Kombi é como viajar no passado para a aposentada Vanda Baptista. Quando ela era criança, o pai usava o mesmo tipo de veículo para trabalhar e passear. Durante a semana transportava os tacos da empresa de parquetes, na qual trabalhava. Nos fins de semana, era só estender a lona sobre o veículo, dar alguns nós com corda e pronto: estava formado o acampamento. Durante o dia, a família se esbaldava nos churrascos. À noite, a Kombi servia de dormitório para todos.
Até hoje é a bordo de uma Kombi que Vanda e o marido se deslocam nas serras gaúchas para as cavalgadas em fins de semana. Adaptado, o veículo tem até uma geladeira e bancos que se transformam em camas. Há pouco tempo, Vanda decidiu comprar uma Kombi igual à que o pai usava quando ela era criança. Encontrou uma modelo 1966 até com pintura igual, em duas cores: vermelho e branco, no estilo chamado "saia e blusa". Decidiu, então, contratar o serviço da Cia das Kombis, de Ademir Paim, para uma reforma geral. O clássico da década de 60, nas mesmas duas cores, também serviu de inspiração para a Volkswagen lançar uma série especial, com visual retrô, na comemoração dos 50 anos do veículo, em 2007.
As vidas de boa parte dos "kombeiros" estão repletas de lembranças do passado. É por motivos sentimentais que muita gente ainda está ligada ao veículo. Uma antiga oficina mecânica na Rua do Glicério, no centro de São Paulo, tinha uma Kombi velha para prestar socorro. Quando algum cliente telefonava para contar que o carro havia enguiçado, seguiam diretamente para o local, a bordo da Kombi, mecânico, ferramentas e o filho do dono da oficina, Heródoto Barbeiro, hoje apresentador da TV Record.
Heródoto ajudou o pai na oficina durante a infância e adolescência e decidiu comprar uma Kombi velha quando aprendeu a dirigir. Já teve umas sete ou oito, todas velhinhas. Não é, porém, só por saudosismo que o apresentador continua ao volante desse furgão. Desde que comprou um terreno em reserva ambiental na Serra do Mar, ele percebeu que mais do que nunca precisava de um veículo robusto. A Kombi passou a fazer parte da vida de Heródoto que se acostumou a dar caronas no trajeto até Taiaçupeba, distrito de Mogi das Cruzes, nos fins de semana.
A Kombi que Heródoto dirige é a mais nova que ele já teve. É um modelo 2008, ou seja, produzido depois que a Volkswagen mudou o motor refrigerado a ar para um flex refrigerado a água. Como o apresentador usa o veículo preferencialmente para lazer, é raro vê-lo com ele no trabalho. Foi por isso que o segurança da Record estranhou, certo dia, ao ver uma Kombi parada à frente do portão de acesso ao estacionamento reservado a apresentadores. Achou melhor não abrir o portão. E, depois de insistentes buzinadas resolveu orientar o motorista:
- Entrega é pelos fundos.
A surpresa foi ver quem estava ao volante quando o motorista abriu o vidro para identificar-se. Depois de estacionar ao lado de carros elegantes, em tom de gozação, Heródoto disse ao segurança:
Heródoto é do tipo que prefere tirar o banco do meio para facilitar o transporte de coisas. "Até sofá já carreguei". O modelo standard, que vem com bancos que acomodam oito passageiros mais motorista, é o mais vendido entre volumes mensais que giram em torno do total de 1,9 mil unidades por mês - ou 33% do segmento de furgões em 2012. A versão concebida para carregar pessoas é muitas vezes a preferida também por quem usa o veículo só para carga. Marcos Leite, gerente de vendas da Amazon, concessionária Volkswagen de São Paulo, diz que muita gente compra a versão com bancos justamente para não dar na vista que transporta mercadoria.
Mas há quem prefere a versão furgão, aquela toda coberta, sem bancos, feita para o transporte de uma tonelada de carga. Esse é o estilo de transporte usado por pequenos comerciantes, como o paulista Ernesto Zanette. Desde que "se conhece por gente" Ernesto tem Kombi. Com ela vai até Mogi Mirim buscar o eucalipto que serve para aquecer suas duas saunas - uma em Guarulhos e outra na Penha. Assim como a Kombi, também a sauna familiar, como Ernesto faz questão de esclarecer, é um produto em extinção. Mas enquanto existirem "sauneiros" assíduos sempre haverá um "kombeiro" de prontidão para levar-lhes toalhas limpas. Para Ernesto, o veículo usado em sua empresa "é para ser dirigido com calma". Essa característica dispensaria, portanto, na opinião dos fanáticos pelo modelo, a preocupação com equipamentos de segurança mais sofisticados como airbag e ABS.
Independentemente dos motivos, quem desfruta do estilo Kombi ainda não sabe o que vai fazer quando o veículo sair de linha. Uma legião de órfãos desse ícone se revela desamparada. Ademir, da Cia das Kombis, diz que estava preparado para investir na ampliação do negócio.
Para Ademir, proprietário da Cia das Kombis, empresa de Porto Alegre, é errado imaginar que o modelo está ultrapassado por não atender à lei que exigirá airbags e freios ABS a partir de 2014. "Esse é o veículo que o país precisa", diz. E não adianta tentar convencê-lo a experimentar modelos de outras marcas ou contar com a possibilidade de a própria Volks lançar um substituto do veículo produzido no país desde 1957. Por enquanto, todos perdem feio na relação custo-benefício. É possível comprar uma Kombi nova por R$ 46 mil a R$ 48 mil. Vans com capacidade semelhante são bem mais confortáveis, mas custam o dobro. Principal argumento de vendas entre as décadas de 60 e 70, o uso do veículo do trabalho para o passeio com a família no fim de semana foi também o principal apelo das campanhas publicitárias da Kombi na época em que o veículo mais antigo em produção no país precisava de propaganda.
Guiar a Kombi é como viajar no passado para a aposentada Vanda Baptista. Quando ela era criança, o pai usava o mesmo tipo de veículo para trabalhar e passear. Durante a semana transportava os tacos da empresa de parquetes, na qual trabalhava. Nos fins de semana, era só estender a lona sobre o veículo, dar alguns nós com corda e pronto: estava formado o acampamento. Durante o dia, a família se esbaldava nos churrascos. À noite, a Kombi servia de dormitório para todos.
Até hoje é a bordo de uma Kombi que Vanda e o marido se deslocam nas serras gaúchas para as cavalgadas em fins de semana. Adaptado, o veículo tem até uma geladeira e bancos que se transformam em camas. Há pouco tempo, Vanda decidiu comprar uma Kombi igual à que o pai usava quando ela era criança. Encontrou uma modelo 1966 até com pintura igual, em duas cores: vermelho e branco, no estilo chamado "saia e blusa". Decidiu, então, contratar o serviço da Cia das Kombis, de Ademir Paim, para uma reforma geral. O clássico da década de 60, nas mesmas duas cores, também serviu de inspiração para a Volkswagen lançar uma série especial, com visual retrô, na comemoração dos 50 anos do veículo, em 2007.
As vidas de boa parte dos "kombeiros" estão repletas de lembranças do passado. É por motivos sentimentais que muita gente ainda está ligada ao veículo. Uma antiga oficina mecânica na Rua do Glicério, no centro de São Paulo, tinha uma Kombi velha para prestar socorro. Quando algum cliente telefonava para contar que o carro havia enguiçado, seguiam diretamente para o local, a bordo da Kombi, mecânico, ferramentas e o filho do dono da oficina, Heródoto Barbeiro, hoje apresentador da TV Record.
Heródoto ajudou o pai na oficina durante a infância e adolescência e decidiu comprar uma Kombi velha quando aprendeu a dirigir. Já teve umas sete ou oito, todas velhinhas. Não é, porém, só por saudosismo que o apresentador continua ao volante desse furgão. Desde que comprou um terreno em reserva ambiental na Serra do Mar, ele percebeu que mais do que nunca precisava de um veículo robusto. A Kombi passou a fazer parte da vida de Heródoto que se acostumou a dar caronas no trajeto até Taiaçupeba, distrito de Mogi das Cruzes, nos fins de semana.
A Kombi que Heródoto dirige é a mais nova que ele já teve. É um modelo 2008, ou seja, produzido depois que a Volkswagen mudou o motor refrigerado a ar para um flex refrigerado a água. Como o apresentador usa o veículo preferencialmente para lazer, é raro vê-lo com ele no trabalho. Foi por isso que o segurança da Record estranhou, certo dia, ao ver uma Kombi parada à frente do portão de acesso ao estacionamento reservado a apresentadores. Achou melhor não abrir o portão. E, depois de insistentes buzinadas resolveu orientar o motorista:
- Entrega é pelos fundos.
A surpresa foi ver quem estava ao volante quando o motorista abriu o vidro para identificar-se. Depois de estacionar ao lado de carros elegantes, em tom de gozação, Heródoto disse ao segurança:
- E tome
cuidado para ninguém encostar no meu carro!
Esse não foi o
único episódio constrangedor. O apresentador foi uma das tantas vítimas dos
famosos incêndios em Kombis no passado. Aconteceu bem no cruzamento da Avenida
Paulista com a Rua Augusta. Não faltou gente para acudir com extintor. Também
não é fácil ter um carro assim quando se é famoso. "Você tem uma
Kombi?", perguntou, indignado, o motorista de uma elegante Pajero que
estacionou ao seu lado na balsa para o Guarujá. O sujeito achou a cena tão
pitoresca que até pediu para tirar uma foto de Heródoto ao lado do veículo.
Heródoto é do tipo que prefere tirar o banco do meio para facilitar o transporte de coisas. "Até sofá já carreguei". O modelo standard, que vem com bancos que acomodam oito passageiros mais motorista, é o mais vendido entre volumes mensais que giram em torno do total de 1,9 mil unidades por mês - ou 33% do segmento de furgões em 2012. A versão concebida para carregar pessoas é muitas vezes a preferida também por quem usa o veículo só para carga. Marcos Leite, gerente de vendas da Amazon, concessionária Volkswagen de São Paulo, diz que muita gente compra a versão com bancos justamente para não dar na vista que transporta mercadoria.
Mas há quem prefere a versão furgão, aquela toda coberta, sem bancos, feita para o transporte de uma tonelada de carga. Esse é o estilo de transporte usado por pequenos comerciantes, como o paulista Ernesto Zanette. Desde que "se conhece por gente" Ernesto tem Kombi. Com ela vai até Mogi Mirim buscar o eucalipto que serve para aquecer suas duas saunas - uma em Guarulhos e outra na Penha. Assim como a Kombi, também a sauna familiar, como Ernesto faz questão de esclarecer, é um produto em extinção. Mas enquanto existirem "sauneiros" assíduos sempre haverá um "kombeiro" de prontidão para levar-lhes toalhas limpas. Para Ernesto, o veículo usado em sua empresa "é para ser dirigido com calma". Essa característica dispensaria, portanto, na opinião dos fanáticos pelo modelo, a preocupação com equipamentos de segurança mais sofisticados como airbag e ABS.
Independentemente dos motivos, quem desfruta do estilo Kombi ainda não sabe o que vai fazer quando o veículo sair de linha. Uma legião de órfãos desse ícone se revela desamparada. Ademir, da Cia das Kombis, diz que estava preparado para investir na ampliação do negócio.
Espera, agora, para ver se
Volks trará alguma novidade. Heródoto Barbeiro já pensa em comprar uma mais
nova para se garantir por mais tempo. Já Vanda tem planos para ficar muito
tempo com a sua 66: "Eu aprendi a dirigir na Kombi; hoje ela é a minha
história; é como viajar no tempo".
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